Ressonância Magnética Cardiovascular na Cardiomiopatia Hipertrófica
Articulos de Revisión Mayo 22, 2007Publicado por los Dres. Afonso Akio Shiozaki, Raymond J. Kim, José Rodrigues Parga, Eduardo Marinho Tassi, Edmundo Arteaga, Carlos Eduardo Rochitte en Arq Bras Cardiol 2007; 88(2):243-248
Entre as doenças cardíacas genéticas, a cardiomiopatia hipertrófica (CMH) é a que mais causa morte súbita em jovens, com incidência de 1:500 na população adulta. Os critérios usados rotineiramente para pior prognóstico apresentam sensibilidade e especificidade limitadas. Assim, o risco estimado de evolução para cardiomiopatia dilatada ou morte súbita é um tanto impreciso, gerando dúvidas quanto ao tratamento adequado a ser instituído nos portadores de CMH. Portanto, um método não-invasivo acurado para o diagnóstico de CMH, com valor prognóstico, adquire grande importância.
Nos últimos anos, a ressonância magnética cardiovascular (RMC) tem sido considerada não apenas uma ferramenta diagnóstica, mas também um estudo com valor prognóstico, pois caracteriza a fibrose miocárdica com bastante exatidão em portadores de cardiomiopatia hipertrófica. Além disso, a RMC também identifica os diversos padrões de hipertrofia, analisa a função ventricular, estima o gradiente intraventricular e permite a determinação do diagnóstico diferencial com outras causas que levam à cardiomiopatia hipertrófica.
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